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24 fev 2026

Brasil Contábeis

Mesmo antes de a Reforma Tributária entrar em vigor, muitas empresas brasileiras já estão sentindo impactos financeiros relevantes. Não por causa de novos impostos, mas pela falta de organização interna. Dados de uma pesquisa realizada pela GestãoClick mostram que 97% das empresas não se sentem preparadas para as mudanças, enquanto 69% ainda não iniciaram qualquer tipo de adaptação. O mais preocupante é que mais da metade sabe que será impactada, mas não consegue identificar exatamente como.

A proposta da Reforma Tributária é simplificar a cobrança de tributos sobre o consumo, substituindo um sistema complexo por um modelo mais padronizado e transparente. Essa transição será gradual, com 2026 marcado como um ano de testes operacionais. Apesar de a cobrança plena ainda não acontecer nesse momento, as mudanças já exigem ajustes importantes em rotinas básicas das empresas, como emissão de notas fiscais, cadastro de produtos e organização das informações financeiras.

“O que temos observado é que muitas empresas ainda tratam a Reforma como um problema futuro, quando, na prática, os prejuízos já estão acontecendo agora. Falhas na emissão de notas fiscais, formação de preços sem base real, falta de integração entre sistemas e controle financeiro impreciso resultam em retrabalho, multas, pagamento indevido de impostos e decisões tomadas no escuro. Esses erros, silenciosos e recorrentes, comprometem o caixa mês após mês”, explica o gerente comercial da GestãoClick,  Lucas Sousa.

Preparar-se para a Reforma Tributária não significa se tornar especialista em legislação, mas sim colocar ordem na gestão. Empresas que conhecem seus números, mantêm dados estruturados e trabalham de forma integrada com a contabilidade conseguem tomar decisões mais rápidas e seguras. Já aquelas que seguem operando de forma desorganizada tendem a enfrentar custos maiores justamente quando a adaptação será inevitável.

 

O que o empresário pode começar a organizar agora

Alguns ajustes simples já fazem diferença na preparação para a Reforma Tributária e não exigem conhecimento técnico avançado. Organizar cadastros de produtos e serviços, com descrições claras e categorias bem definidas, reduz erros na emissão de notas fiscais e facilita adaptações futuras. Da mesma forma, padronizar a emissão de notas e garantir que as informações estejam corretas desde a origem evita retrabalho, pagamento indevido de impostos e problemas operacionais que costumam aparecer apenas quando o erro já gerou prejuízo.

Outro ponto essencial é a organização das receitas e o controle de caixa. Separar e identificar corretamente cada tipo de receita ajuda a compreender com mais clareza como as mudanças da Reforma impactam o negócio, sem confusão de dados. Já o acompanhamento consistente das entradas, saídas e da margem real melhora a previsibilidade financeira durante o período de transição. Essas ações não alteram a rotina da empresa, apenas fortalecem a gestão e criam uma base mais segura para enfrentar as mudanças.

 

O que não precisa ser feito agora

Segundo os especialistas da GestãoClick, apesar das transformações previstas com a Reforma Tributária, nem toda decisão precisa ser antecipada. Trocar de regime tributário sem uma análise aprofundada da realidade da empresa, por exemplo, costuma gerar mais prejuízo do que benefício. Cada negócio tem características próprias, e decisões precipitadas, tomadas apenas por medo ou pressão, tendem a aumentar a complexidade e os riscos financeiros.

Também não é o momento de refazer todo o planejamento fiscal ou criar processos paralelos e excessivamente complexos. O período de transição permite ajustes graduais, e tentar resolver tudo de uma vez pode gerar confusão, sobrecarga operacional e mais erros no dia a dia. Neste momento, o caminho mais seguro é organizar o básico, acompanhar o cenário e evoluir passo a passo. Empresas que seguem essa lógica tendem a atravessar a Reforma Tributária com mais segurança, menos esforço e maior controle.

 

Como a tecnologia ajuda a simplificar a adaptação

A tecnologia tem um papel central na adaptação das empresas à Reforma Tributária porque permite manter a organização da rotina sem aumentar a burocracia. Sistemas de gestão centralizam informações financeiras, fiscais e operacionais, reduzem erros manuais e oferecem mais clareza para a tomada de decisão. Em um cenário de transição, essa visibilidade ajuda o empreendedor a entender o que está acontecendo no negócio sem precisar lidar com planilhas dispersas ou processos paralelos.

Na prática, um sistema bem utilizado organiza cadastros de produtos e serviços, padroniza a emissão de notas fiscais e apresenta o fluxo de caixa com mais precisão. Isso permite acompanhar os impactos da Reforma Tributária de forma objetiva, sem a necessidade de dominar termos técnicos ou mudanças legais em detalhe. Mais do que uma ferramenta operacional, a tecnologia se torna um apoio estratégico, simplificando a adaptação, ampliando o controle e liberando o empresário para focar no que realmente importa: conduzir o negócio com segurança e previsibilidade.

O ano de 2026 será decisivo porque funcionará como um período de ajuste de sistemas e processos. Quem chegar a esse momento sem organização terá mais dificuldade para se adaptar e corrigir erros em meio à mudança. Por outro lado, empresas que já investiram em controle, integração e tecnologia estarão mais preparadas para atravessar a transição com previsibilidade e menos riscos financeiros.

A Reforma Tributária não cria problemas, ela escancara fragilidades que já existem na gestão das empresas brasileiras. Em um cenário de transformação gradual, organização deixa de ser apenas uma boa prática e passa a ser uma estratégia de proteção do negócio. Simplificar processos hoje é a forma mais eficiente de reduzir riscos e garantir controle amanhã.

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